Agora eu preciso assistir "O Pianista" outra vez. Varsóvia é um exemplo de reconstrução. Em pensar que a guerra acabou com essa cidade completamente destruida e conseguiram reconstruir com uma perfeição e estética invejável.
O pior de tudo é a ignorância que sinto. Nem sequer pensei que estava perto dos campos de extermínio, com isso nem planejei em visitar algum. Vim pensando nos guetos, mas não lembrei que era daqui que partiam os trens com os judeus, para sua jornada implacável.
Andamos pela cidade, vimos as marcas dos nobres, as marcas dos soviéticos, as histórias e lembranças do "Solidariedade", a adoração pelo João Paulo II.
Chegamos à região onde eram os guetos. A história não precisa ser recontada, a não ser que a região foi táo demolida que não tinha o que fazer, aterraram e construiram outro bairro em cima. Fizeram alguns monumentos... é de arrepiar. Um pouco à frente se vê outro monumento, em formato de um vagão, cheio de cruzes... dá um nó na garganta.
Imaginar que essa cidade estava dividida entre Stalin e Hitler. Um de cada lado do rio. Uma parte da população morria por ser Judeu, outra parte por ser Polonês e terem apoiado Napoleão.
Por outro lado, é a terra de Copernico, Chopin, Marie Curie e muitos outros. É uma terra de reconstrução. Conseguiu ter o tratado de Varsóvia, em vez de fazer parte da União soviética (não sei qual a diferença). Fica no centro da Europa, portanto sempre no centro de conflitos.
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