Como pode uma cidade ser o que é São Petesburgo...
Uma história que não tem tempo, uma modernidade que que tem história.
Sei lá...
Hoje fomos conhecer mais dois Palácios, fora da cidade, o que permite passar pela periferia e ver um pouco mais... Que besteira, não tem periferia... ou melhor nada feria a visão. Prédios lindos, avenidas e monumentos por toda parte. A neve não vira lama, o frio só perturba, só quando o vento sopra...
Eu não sei me posicionar, se vale a pena restaurar os palácios ou se deveriam deixar alguns sinais do tempo. As restaurações criam toda uma atmosfera da nobreza que queria provar que podia mais que a Europa, ao mesmo tempo, apaga as marcas da guerras e do próprio abandono que o século passado teve com a própria história.
O mais impressionante é que conseguimos pegar os palácios bem vazios. Creio que isso me ajudou a gostar ainda mais de estar aqui. Tiveram salões que me pareciam muito íntimos, ao mesmo tempo que imensos, pareciam aconchegantes.
Mais do que ver os acervos, que podem não ser tão impressionantes, as construções são uma viagem à parte. Perceber o mundo da nobreza nos séculos XVIII e XIX, fica mais fácil aqui. A cidade foi construída e desenvolvida sem a pretensão de ser o que não era. Sempre foi uma cidade que tentou integrar os dois mundos. Os Czares já se casavam com princesas europeias e não se podia mais ignorar a tal da globalização.
Hoje experimentamos mais algumas comidas Russas, caminhamos pela cidade, que mesmo não tendo temperaturas tão baixas, percebemos mais o frio. O fato de estar ao lado do mar e com a umidade mais elevada e o vento fazem com que a sensação térmica seja cruel.
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