Só quero lembrar
uma coisa, ontem falamos do templo de Apolo em Corintho, pois foi nesse templo
que, segundo o mito de Édipo de Sófocles, o oráculo o advertiu que iria matar
seu pai.
Sai de manhã de
Atenas, 11 horas pontualmente. Quando chegava em Istambul, feliz por estar
sobrevoando a cidade e até torcendo para poder comer algo.
Repentinamente,
quando já estávamos em procedimento de descida, começou uma turbulência
assustadora, dessas que voc6e sente o cinto te segurando. O povo gritava a cada
balançado mais forte, algumas choravam, outros consolavam. A maioria tentava se
controlar, rir, ler, etc. Depois de muita turbulência o avião arremeteu,
entramos em nuvens muito carregadas, e piores, então voltou para baixo das
nuvens, o mar muito agitado.
O piloto tentava
pousar e não conseguia, arremetia, tentava, voltava.... conseguimos pousar
depois de uma hora de tentativas. No chão além de obras, chuva e outras coisas,
fomos parar num canto do aeroporto, esperar ônibus, no desembarque uma mulher
desmaia na escada, fica-se esperando socorro e com isso parou o desembarque até
chegar as escadas traseiras.
Entrei na fila da
polícia com 20 minutos de atraso para meu voo.
Imaginem a zona
que estava aquele aeroporto enorme, depois dessa tempestade atrasos para conexões,
etc.. Muita gente nos corredores e salas, os murais davam informações erradas e
as companhias tomavam decisões diferentes. Meu voo estava anunciado para portão
208 com luzinhas vermelhas piscando last call, esta sala era no extremo do
aeroporto, chego lá e o rapaz me avisa que mudou o portão para o 220, no outro
extremo. Corri até lá e, tinha mudado o portão para o 312, pertinho do 208. A
boca secou, o paletó molhou de tanto que corri carregando mala e casaco.
Cheguei,
embarquei, ficamos no ônibus um tempão, no avião parado outro tempão. Saímos
com 3 horas de atraso. Pelo menos a decolagem foi muito boa.
Só vi quando
cheguei. O avião balançou tanto que arrebentou a mala. E eu gostava tanto dela.
Torço para que o
Francisco tenha tido mais sorte no voo dele. (Ele veio por Paris). Havíamos
combinado de eu espera-lo no terminal 4. Quando desembarco descubro que o meu
avião pousou no Aeroporto Sul. O dele deve ter pousar no Norte. Liguei o
celular e embora tenha sinal grátis e wifi, o whatsapp não conectava, mandei um
sms avisando que iria para o hotel. Meu notebook estava descarregado e o google
do meu Ipad não desenhava o trajeto.
Pego ônibus e
descubro o endereço. Como ele deveria chegar às 21 horas, achei que normal
seria ele chegar até 23h. Mas duas horas da manhã e ele não chegava e eu não
sabia o que fazer porque ele não atendia o celular.
Moral da história.
Acabou a bateria do celular dele e ele tinha o endereço só no e mail.
Teve que vir para
o bairro, achar um lugar que deixassem ele carregar a bateria para poder
descobrir o endereço.
No fim deu tudo
certo. Foi só um tempo para conseguir relaxar.
O dia de hoje, em
compensação...
Nem preciso falar
muito
Visitamos a casa
do Freud, imagina a emoção da dupla que passou o ano estudando.
Saímos de lá e
fomos tomar cerveja shoot de whiskies, no pub onde o Charles Chaplin curtia a
vida e inventava sentado sozinho na mesa do canto.
Fomos comer fish
and chips em boteco de rua e me surpreendi com o tanto que gostei.
Fomos ver a casa
onde Chaplin viveu.
Voltei para ver o
centro e aproveitei para comprar a mala em uma liquidação.





Aiii...ficamos com o coração na mão..ansiosas para terminar a leitura e ver q ficou tudo bem com vcs!!!
ResponderExcluirGraças a Deus sim!!
Que alegriaa...essa foto de vcs sorrindo. Mesmo com tudo isso não perderam a alegria e emoção de Estarem aí.. Rs.
Fantástico isso...postem mais... N
Ahhh. Quase esqueci..Marcelo seus textos daria um belo livro viu!! Rs.
Bjao...até breve!