sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Um lugar chamado Nothing Hilll

Eu e Londres somos um caso de amor correspondido. A gente se entende tão bem que mesmo contrariando os meteorologistas, hoje fez amis um dia ensolarado para poder caminhar mais de 20 km.

Fala que eu não estou a cara do Hugh Grant

é legal ver um bairro que consegue quebrar os paradigmas da cidade. Embora a cidade seja a mais sem paradigmas do mundo.
O dia começou visitando a feira de Nothing Hill. Uma ruazinha longa, famosa pelo filme, com uma atitude interessante. Barraquinhas de todos os tipos, desde antiguidades até comidinhas de todos os lugares, lembrancinhas e gente de todo o mundo caminhando em paz.
É desses prazeres que um sábado de sol convida e a gente aceita, com calma e alegria. Só não é possível saber se isso já era assim antes do filme ou se o filme ajudou criar esse clima.

Depois de encontrar algumas encomendas, decidimos ir ver a Saint Paul, por fora imponente e linda, mas cobrando preços exagerados para entrar. Optamos em continuar andando.

Conhecemos um Pub (que novidade) muito antigo da cidade e lá conhecemos um ator de Hollywood, com grande papo e muito canto (divertido)

Conseguimos atravessar a Tower Bridge, ir e voltar. É muito lindo.


Completamos atravessando a cidade às margens do Tâmisa. Muito lindo.

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