A Irlanda, mais precisamente Belfast, tem seu
jeito fechado. As pessoas são mais reservadas, parece que ainda tem medo de
sorrir, de olhar mais direto e se mostrar.
Começamos o dia vendo um cartaz num muro que já
nos preparava para ver coisas inesperadas.
A cidade é mais comum, embora tenha milhões de
ruas com suas casinhas de tijolo e um monte de chaminés. Acho que vou organizar
um movimento dos sem chaminés. Parecem acolhedoras as casas geminadas,
assobradadas com vidraças para a calçada.
É impressionante ver um lugar que até pouco tempo
a gente temia e imaginava estar com um terrorista em cada centímetro.
A briga e a história é longa e sangrenta. Terrível é que ocorreu entre dois grupos da mesma nacionalidade e que dizem seguir o
mesmo mestre espiritual. Agora aqui (Irlanda do Norte), optou em permanecer no
Reino Unido, enquanto a República da Irlanda não pertence mais à coroa Britanica e
sim à comunidade europeia, até no uso da moeda.
Na verdade a briga era maior, estavam brigando
por seguir a coroa ou se libertar dela. Existem lados que a gente imagina e que
nem pode imaginar, mas o fato é que sitiaram os católicos na região oeste da
cidade. Hoje existe um muro emocionante com o Mural Internacional da Paz.
Ventava e chovia, mas percorremos todos os desenhos.
Mais legal é que ainda existem manifestações muito
atuais.
Mais legal é que ainda existem manifestações
muito atuais.
A cidade tem muita coisa para lembrar o Titanic,
Os Pub’s são uma história à parte.
Entramos em um que foi fundado em 1.720, já
achamos o máximo.
Quando voltávamos para o hotel, a chuva nos fez
entrar em um outro, mas a surpresa é que é o mais antigo de todos. Uma casa
fundada há 800 anos, curiosamente as mesas são cercadas, para que ninguém veja
que está bebendo.
Creio que vamos entender melhor quando formos
para a República da Irlanda.













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