terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Belfast - Irlanda do Norte

A Irlanda, mais precisamente Belfast, tem seu jeito fechado. As pessoas são mais reservadas, parece que ainda tem medo de sorrir, de olhar mais direto e se mostrar.
Começamos o dia vendo um cartaz num muro que já nos preparava para ver coisas inesperadas.

A cidade é mais comum, embora tenha milhões de ruas com suas casinhas de tijolo e um monte de chaminés. Acho que vou organizar um movimento dos sem chaminés. Parecem acolhedoras as casas geminadas, assobradadas com vidraças para a calçada.

É impressionante ver um lugar que até pouco tempo a gente temia e imaginava estar com um terrorista em cada centímetro.
A briga e a história é longa e sangrenta. Terrível é que ocorreu entre dois grupos da mesma nacionalidade e que dizem seguir o mesmo mestre espiritual. Agora aqui (Irlanda do Norte), optou em permanecer no Reino Unido, enquanto a República da Irlanda não pertence mais à coroa Britanica e sim à comunidade europeia, até no uso da moeda.


Na verdade a briga era maior, estavam brigando por seguir a coroa ou se libertar dela. Existem lados que a gente imagina e que nem pode imaginar, mas o fato é que sitiaram os católicos na região oeste da cidade. Hoje existe um muro emocionante com o Mural Internacional da Paz. Ventava e chovia, mas percorremos todos os desenhos.
Mais legal é que ainda existem manifestações muito atuais.

Mais legal é que ainda existem manifestações muito atuais.


A cidade tem muita coisa para lembrar o Titanic,



Os Pub’s são uma história à parte.

Entramos em um que foi fundado em 1.720, já achamos o máximo.
Quando voltávamos para o hotel, a chuva nos fez entrar em um outro, mas a surpresa é que é o mais antigo de todos. Uma casa fundada há 800 anos, curiosamente as mesas são cercadas, para que ninguém veja que está bebendo.



Creio que vamos entender melhor quando formos para a República da Irlanda.



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