sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Londres, Casa do Freud

Só quero lembrar uma coisa, ontem falamos do templo de Apolo em Corintho, pois foi nesse templo que, segundo o mito de Édipo de Sófocles, o oráculo o advertiu que iria matar seu pai.

Sai de manhã de Atenas, 11 horas pontualmente. Quando chegava em Istambul, feliz por estar sobrevoando a cidade e até torcendo para poder comer algo.
Repentinamente, quando já estávamos em procedimento de descida, começou uma turbulência assustadora, dessas que voc6e sente o cinto te segurando. O povo gritava a cada balançado mais forte, algumas choravam, outros consolavam. A maioria tentava se controlar, rir, ler, etc. Depois de muita turbulência o avião arremeteu, entramos em nuvens muito carregadas, e piores, então voltou para baixo das nuvens, o mar muito agitado.
O piloto tentava pousar e não conseguia, arremetia, tentava, voltava.... conseguimos pousar depois de uma hora de tentativas. No chão além de obras, chuva e outras coisas, fomos parar num canto do aeroporto, esperar ônibus, no desembarque uma mulher desmaia na escada, fica-se esperando socorro e com isso parou o desembarque até chegar as escadas traseiras.
Entrei na fila da polícia com 20 minutos de atraso para meu voo.
Imaginem a zona que estava aquele aeroporto enorme, depois dessa tempestade atrasos para conexões, etc.. Muita gente nos corredores e salas, os murais davam informações erradas e as companhias tomavam decisões diferentes. Meu voo estava anunciado para portão 208 com luzinhas vermelhas piscando last call, esta sala era no extremo do aeroporto, chego lá e o rapaz me avisa que mudou o portão para o 220, no outro extremo. Corri até lá e, tinha mudado o portão para o 312, pertinho do 208. A boca secou, o paletó molhou de tanto que corri carregando mala e casaco.
Cheguei, embarquei, ficamos no ônibus um tempão, no avião parado outro tempão. Saímos com 3 horas de atraso. Pelo menos a decolagem foi muito boa.
Só vi quando cheguei. O avião balançou tanto que arrebentou a mala. E eu gostava tanto dela.
Torço para que o Francisco tenha tido mais sorte no voo dele. (Ele veio por Paris). Havíamos combinado de eu espera-lo no terminal 4. Quando desembarco descubro que o meu avião pousou no Aeroporto Sul. O dele deve ter pousar no Norte. Liguei o celular e embora tenha sinal grátis e wifi, o whatsapp não conectava, mandei um sms avisando que iria para o hotel. Meu notebook estava descarregado e o google do meu Ipad não desenhava o trajeto.
Pego ônibus e descubro o endereço. Como ele deveria chegar às 21 horas, achei que normal seria ele chegar até 23h. Mas duas horas da manhã e ele não chegava e eu não sabia o que fazer porque ele não atendia o celular.
Moral da história. Acabou a bateria do celular dele e ele tinha o endereço só no e mail.
Teve que vir para o bairro, achar um lugar que deixassem ele carregar a bateria para poder descobrir o endereço.
No fim deu tudo certo. Foi só um tempo para conseguir relaxar.

O dia de hoje, em compensação...
Nem preciso falar muito

Visitamos a casa do Freud, imagina a emoção da dupla que passou o ano estudando.


Saímos de lá e fomos tomar cerveja shoot de whiskies, no pub onde o Charles Chaplin curtia a vida e inventava sentado sozinho na mesa do canto.


Fomos comer fish and chips em boteco de rua e me surpreendi com o tanto que gostei.

Fomos ver a casa onde Chaplin viveu.



Voltei para ver o centro e aproveitei para comprar a mala em uma liquidação.

Um comentário:

  1. Aiii...ficamos com o coração na mão..ansiosas para terminar a leitura e ver q ficou tudo bem com vcs!!!
    Graças a Deus sim!!
    Que alegriaa...essa foto de vcs sorrindo. Mesmo com tudo isso não perderam a alegria e emoção de Estarem aí.. Rs.
    Fantástico isso...postem mais... N
    Ahhh. Quase esqueci..Marcelo seus textos daria um belo livro viu!! Rs.
    Bjao...até breve!

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