Então faz o seguinte: Suspende o frio, abre o sol e
garanta que vai ficar entre 14 e 24 graus.
Encontre uma cidade com um metrô legal, que te
deixe na porta de um dos maiores patrimônios históricos e culturais. Prepare o
coração para batimentos cardíacos de emoção e para mais um teste ergométrico.
Caminhe por uma avenida limpa, ampla e arborizada.
Pouca gente na rua e você dá de cara com Teatro de Dionísio.
Suba pela avenida até o alto da montanha (150m) Entre
em Acrópole (parte mais alta da cidade) atravesse o portal e de de cara com o
Parthenon o templo da Deusa Atena. Por mais que já tenha visto fotos, o negócio
é impressionante. Caminhar por construções monumentais feitas pelo homem ha
mais de 2.300 anos.
Não dá vontade de sair, de lá se avista toda a
cidade e os outros monumentos.
Descemos a “Arios pago” (Colina de Ares - Local
onde se reuniam o conselho de Atenas e o Supremo tribunal, para discutir
educação e ciência) Entre os filósofos, Apóstolo Paulo falou sobre Cristo e
converteu Dionísio, chamado de o Areopagita. Imagine o Francisco sentado em uma
dessas pedras 1970 anos depois de São Paulo.
Passamos pela Ágora Romana (local onde os filósofos
ensinavam aos seus discípulos (Sócrates, Platão, Aristóteles, Sófocles,
Epicuro, Estoico, e muitos outros). Eu mesmo fui lá hoje ter aula sobre tudo
isso com filósofo Chiquinho.
Passamos pela biblioteca de Adriano, onde o
imperador construiu para guardar os pergaminhos com a história da Época.
Imaginem só, naquele tempo ter uma biblioteca desse tamanho, Sem editoras e
livros de auto ajuda. Só podia ser de um povo que valorizava a cultura.
Chegamos à Ágora antiga de Atenas, praticamente
onde funcionava a cidade, os mercados, feiras e serviços públicos. Espaço
público de fundamental importância na configuração da democracia Ateniense e da
política da cidade. Local da manifestação da opinião pública e da cidadania
cotidiana. De um lado o Museu (enorme e com muitas colunas (completamente
restaurado)
Do outro o Templo de Héfesto (filho de Hera e Zeus)
Deus do fogo, metais e metalurgia – Templo muito bem preservado. Acredita-se
que os restos de Teseu estejam enterrados lá.
Já exaustos, caminhamos até o outro lado da
montanha para ver o Pórtico de Adriano e Templo de Zeus (sec VI a. C.)
Depois de tudo certo, vem a maior adrenalina do
dia.
Assim que passamos pela portaria, uns 50 m, um
cachorro grande veio por trás e ia me atacar. Estava a menos de meio metro de
mim quando latiu e ia avançar. Com o susto eu fui para um lado e o Francisco
assustou o cachorro que passou a querer ataca-lo. Ele encarou o cachorro e me
pedia para pegar um pedaço de pau. Só que não havia nada por perto. Encontrei
apenas as placas que pediam para não tocar nos monumentos. Quando peguei uma, o
Francisco já havia pego outro. Imaginem o confronto, além disso como haviam
muitas pedrinhas, começamos a tacar pedras. O guarda veio lenta e
tranquilamente lá detrás dizendo que ele não mordia.
O guarda não chegava nunca e cachorro já estava no
meio do templo atrás de nós. O guarda não alcançava, mas dizia que ele não
mordia e o Francisco só perguntava se ele não tinha dentes (imaginem em que
tom)
Precisamos sentar e esperar baixar a adrenalina,
deixar as pernas retomarem o controle. Quase cinco da tarde, morto de fome
comemos uma boa comida típica no centro da cidade.










Gente que legallll.....kkk... Estou viajando com vocês. Muito bacana!!
ResponderExcluirQue gostoso ter sua companhia, obrigado pelas mensagens, continue nos acompanhando. Beijos
ResponderExcluirPode deixar, rsrs!!!
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