Sabe aquele dia que a gente não tem programado nada.
Parece que o organismo sabe disso e faz a gente dormir até mais tarde, impedindo qualquer saída da cidade.
O salão de café lotado, faz com a gente pegue uma maçã e saia caminhando, com a dúvida de achar que, não sei o que fazer.
Em um dado momento você encontra um ônibus turístico, desses sobe e desce, compra um ingresso e pensa em andar pela cidade e matar a vontade de rever coisas e, quem sabe, descobrir coisas novas.
A bente descobre, cada vez mais, que Roma é uma cidade plena de história e beleza.
Em um dado momento o ônibus quebra e, com pouca paciência para esperar o próximo, a gente se põe a caminhar.
Encantado com tanta beleza e muitas gente pelas ruas, escuto um tipo de batucada.
Vou atras do som, uma tal de Bufana (uma figura mítica da Itália, parece uma bruxa, e as pessoas esperam que apareça em sua casa no dia 6 de janeiro - uma concorrente de Papai Noel). Começo a seguir o cortejo e a bagunça, até que me encontro em plena praça de São Pedro.
Em menos de cinco minutos o Papa aprece na Janela. Começa um discurso emocionante de perdão e de unidade. As pessoas começam a se emocionar, é impressionante viver isso. Eu não era capaz de entender ou sequer de imaginar o que acontece aqui. Quando ele abençoa o povo (uma multidão) gera um negócio, que não tem olho que resista a jogar lágrimas emocionadas.
Em silêncio essa multidão caminha. Acho que nas nuvens. Que é isso?
É uma liderança monumental, um poder, uma esperança...
Parece que o organismo sabe disso e faz a gente dormir até mais tarde, impedindo qualquer saída da cidade.
O salão de café lotado, faz com a gente pegue uma maçã e saia caminhando, com a dúvida de achar que, não sei o que fazer.
Em um dado momento você encontra um ônibus turístico, desses sobe e desce, compra um ingresso e pensa em andar pela cidade e matar a vontade de rever coisas e, quem sabe, descobrir coisas novas.
A bente descobre, cada vez mais, que Roma é uma cidade plena de história e beleza.
Em um dado momento o ônibus quebra e, com pouca paciência para esperar o próximo, a gente se põe a caminhar.
Encantado com tanta beleza e muitas gente pelas ruas, escuto um tipo de batucada.
Vou atras do som, uma tal de Bufana (uma figura mítica da Itália, parece uma bruxa, e as pessoas esperam que apareça em sua casa no dia 6 de janeiro - uma concorrente de Papai Noel). Começo a seguir o cortejo e a bagunça, até que me encontro em plena praça de São Pedro.
Em menos de cinco minutos o Papa aprece na Janela. Começa um discurso emocionante de perdão e de unidade. As pessoas começam a se emocionar, é impressionante viver isso. Eu não era capaz de entender ou sequer de imaginar o que acontece aqui. Quando ele abençoa o povo (uma multidão) gera um negócio, que não tem olho que resista a jogar lágrimas emocionadas.
Em silêncio essa multidão caminha. Acho que nas nuvens. Que é isso?
É uma liderança monumental, um poder, uma esperança...
o pior é que ontem, falando com amigos a única certeza que eu tinha é que eu não pensava em voltar ao Vaticano. Esse cara me obrigou a ir.

Vaticano foi uma experiência incrível para mim, há muitos anos!!!! Andar sem saber para onde é uma delicia!!!!
ResponderExcluirSó me confirma se vc está recebendo meus comentários?
Bjs
Tati
ResponderExcluirTenho recebido sim os seus comentários