Deus ajuda quem cedo madruga. Sai cedo de Ohrid, o que me
ajudou a deixar para traz a chuva e a neve que estavam previstas. Só pequei
chuva quando já chegava em Skopja.
O tempo de aeroporto me permitiu terminar de organizar as
fotos, os filmes e já fazer o livro da viagem pelos Balcãs. Agora o computador
está mais livre para nova jornada.
Esse tempo de aeroporto e a perspectiva de chegar tarde em
Roma, principalmente sabendo que saio bem cedinho. Vou dormir pouco, mas não
faz mal, vou conhecer um lugar sempre esperado e tão falado por todo mundo que
lá esteve.
Em Belgrado, o presente de uma lua cheia e a permanente
falta de educação dos Sérvios tratando todos os passageiros falando em Sérvio e
se irritando quando as pessoas não entendem. Alguém pode explicar para eles que
em um aeroporto internacional pode ter alguém que fale outra língua.
Colocaram os três únicos voos em um mesmo portão, com uma
única máquina de Raio X, regulada para captar até obturação, fazendo todo mundo
voltar várias vezes. Para complicar mais um pouco, e aumentar a impaciência
começou um empurra-empurra com gente tentado entrar pelos lados das filas
enquanto a mocinha resolvia escolher para que voo ia dar prioridade, claro que
mudava de ideia a cada 2 minutos. Um desrespeito tão grande que deixava as crianças
desacompanhadas do lado de fora, não obedecendo prioridades.
As coisas só pioraram durante o voo. Achei que eu é que
estava muito implicante, fiz meditação, cantei mantra, conversei com meus eus
todos e fiz um esforço enorme para parar de implicar.
Chegando em Roma, demoraram 1hora e 45 minutos para entregar
as bagagens. oito voos em uma única esteira.
Acho que estou no preconceito.
Pelo amor de Deus – AirServia nunca mais.
Parece que posso guardar um pouco as luvas e segunda pele.
Estou indo para um lugar que faz temperaturas positivas durante o dia. Não é
incrível?
Vou tentar jantar
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