domingo, 4 de janeiro de 2015

Air Sérvia nunca mais

Deus ajuda quem cedo madruga. Sai cedo de Ohrid, o que me ajudou a deixar para traz a chuva e a neve que estavam previstas. Só pequei chuva quando já chegava em Skopja.
O tempo de aeroporto me permitiu terminar de organizar as fotos, os filmes e já fazer o livro da viagem pelos Balcãs. Agora o computador está mais livre para nova jornada.
Esse tempo de aeroporto e a perspectiva de chegar tarde em Roma, principalmente sabendo que saio bem cedinho. Vou dormir pouco, mas não faz mal, vou conhecer um lugar sempre esperado e tão falado por todo mundo que lá esteve.

Em Belgrado, o presente de uma lua cheia e a permanente falta de educação dos Sérvios tratando todos os passageiros falando em Sérvio e se irritando quando as pessoas não entendem. Alguém pode explicar para eles que em um aeroporto internacional pode ter alguém que fale outra língua.

Colocaram os três únicos voos em um mesmo portão, com uma única máquina de Raio X, regulada para captar até obturação, fazendo todo mundo voltar várias vezes. Para complicar mais um pouco, e aumentar a impaciência começou um empurra-empurra com gente tentado entrar pelos lados das filas enquanto a mocinha resolvia escolher para que voo ia dar prioridade, claro que mudava de ideia a cada 2 minutos. Um desrespeito tão grande que deixava as crianças desacompanhadas do lado de fora, não obedecendo prioridades.
As coisas só pioraram durante o voo. Achei que eu é que estava muito implicante, fiz meditação, cantei mantra, conversei com meus eus todos e fiz um esforço enorme para parar de implicar.
Chegando em Roma, demoraram 1hora e 45 minutos para entregar as bagagens. oito voos em uma única esteira.
Acho que estou no preconceito.
Pelo amor de Deus – AirServia nunca mais.

Parece que posso guardar um pouco as luvas e segunda pele. Estou indo para um lugar que faz temperaturas positivas durante o dia. Não é incrível?

Vou tentar jantar

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