Sabe aquele dia que você acorda com dor muscular de tanto dormir? Descobre que dormiu mais de 8 horas num sono só.
Ao abrir a janela, ve o chão todo molhado, o tempo todo cheio de névoa e uma preguiça que tenta entrar pela janela, mas você não dá chance para ela.
Sabe aquele frio que entra pela calça e tenta convencer sua canela que ela vai quebrar se você andar. Sabe o prazer de expirar fumaça do frio, descobrir que está sem luvas e sem cachecol ou gorro mas o prazer de caminhar cedinho pela neblina nas margens do rio onde só os atletas acordaram e nem os carros começaram a ocupar as ruas.
Olhar paisagens não usuais, cruzar pontes, se perder em bairros, encantado com o padrão de vida e de civilidade da cidade.
Frankfurt tem uma região, do outro lado do rio, com casas, ou melhor, mansões do sec XVIII que foram sendo transformadas em museus. Um ao lado do outro, separados por jardins, Um mais bonito que o outro. O Museu da Comunicação, o Museu do amor, o Museu da Arquitetura e o Museu do filme. Todos surpreendentes por seu conteúdo, apresentação e simplicidade.
No Filmuseum, um festival de curtas com ilustrações de cinema e video games, Adolescentes animados, sorridentes barulhentos e loiros frequentando festival às 10 horas da manhã fria.
Nesse frio doido, o melhor é tomar um café quente nos bares dos museus, morrendo de vontade de comer esses bolos tão atrativos.
Mas resisti aos doces. Não resisti a experimentar o vinho de maçã. Servido quente nas barracas das ruas, sempre cheio de gente. Emitindo sons guturais, rindo e invadindo mesas e espaços dos outros em grande comemoração.
Depois de ver Igrejas e perceber a quantidade obras no centro da cidade, num trabalho louco de modernizar e restaurar a história de forma tão adequada. Aqui o novo e o antigo conversam entre si.
Experimentar outra salsicha ao lado da fogueira e entrar em um barco para navegar por duas horas observando o Rio Main (afluente do Reno) ver a história do Goethe e da cidade.
Enfim, compreender que tudo aqui é organizado
mas sabem conviver e respeitar a diversidade
Assim, o dia termina tão nublado e frio, como começou
Ao abrir a janela, ve o chão todo molhado, o tempo todo cheio de névoa e uma preguiça que tenta entrar pela janela, mas você não dá chance para ela.
Sabe aquele frio que entra pela calça e tenta convencer sua canela que ela vai quebrar se você andar. Sabe o prazer de expirar fumaça do frio, descobrir que está sem luvas e sem cachecol ou gorro mas o prazer de caminhar cedinho pela neblina nas margens do rio onde só os atletas acordaram e nem os carros começaram a ocupar as ruas.
Olhar paisagens não usuais, cruzar pontes, se perder em bairros, encantado com o padrão de vida e de civilidade da cidade.
Frankfurt tem uma região, do outro lado do rio, com casas, ou melhor, mansões do sec XVIII que foram sendo transformadas em museus. Um ao lado do outro, separados por jardins, Um mais bonito que o outro. O Museu da Comunicação, o Museu do amor, o Museu da Arquitetura e o Museu do filme. Todos surpreendentes por seu conteúdo, apresentação e simplicidade.
No Filmuseum, um festival de curtas com ilustrações de cinema e video games, Adolescentes animados, sorridentes barulhentos e loiros frequentando festival às 10 horas da manhã fria.
Nesse frio doido, o melhor é tomar um café quente nos bares dos museus, morrendo de vontade de comer esses bolos tão atrativos.
Mas resisti aos doces. Não resisti a experimentar o vinho de maçã. Servido quente nas barracas das ruas, sempre cheio de gente. Emitindo sons guturais, rindo e invadindo mesas e espaços dos outros em grande comemoração.
Depois de ver Igrejas e perceber a quantidade obras no centro da cidade, num trabalho louco de modernizar e restaurar a história de forma tão adequada. Aqui o novo e o antigo conversam entre si.
Experimentar outra salsicha ao lado da fogueira e entrar em um barco para navegar por duas horas observando o Rio Main (afluente do Reno) ver a história do Goethe e da cidade.
Enfim, compreender que tudo aqui é organizado
mas sabem conviver e respeitar a diversidade
Assim, o dia termina tão nublado e frio, como começou







marcelo,Goethe e muito importante para a Antroposofia.legal saber dele.linda a foto dos passarinhos!!!!!!!!!
ResponderExcluirou pombas.......lindas.....
ResponderExcluirAdorei a analogia da cultura com a foto das pombas...
ResponderExcluirAdorei a analogia da cultura com a foto das pombas...
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