Depois de 20 dias que sai do Brasil. Muitos passos, muitos degraus, muitas igrejas e muitas descobertas.
Primeiro agradecer pelas mensagens, pelas 15.000 visualisações no blog, muitos e mails.\, é bom ter companhia nesse momento que a gente está só, distante e integrado em um mundo maior.
Ontem à noite fui no restaurante que todos tinham falado. Pedi o prato típico mais falado..... Veio uma porção de charuto de repolho....
Tudo bem, tinham uns torresminhos deliciosos na entrada, com pedaços de cebola crua. Tinha uma pimenta inteira (dedo de moça em leve conserva) e duas pelotas de polenta.
Ao sair, uma lua cheia que aumentava o ar de mistério por detraí de tantas mansões com torres e espaços para nosso imaginário.
Sai cedo, caminhei por muitas horas e fui a todos os pontos indicados para os turistas verem na cidade.
Hoje acordei muito cedo. Sai para caminhar e ver essa cidade. Adoro percorrer quase todas as ruas de uma cidade, pelo menos a medieval, pois a moderna não me importa muito, já que são parecidas em qualquer lugar.
Uma cidade medieval, candidata à capital cultural da Europa. Parada no tempo, portanto mais resistente aos modismos.
As sinagogas e museus estavam todos fechados e só abrem depois das festas. As igrejas ortodoxas lotadas de gente, muita fé e eu não tinha coragem de fotografas. Observe-se que aqui as igrejas ortodoxas são cercadas de cemitérios.
A igreja católica, em uma tinha um telão de projeção que escondia o altar e na outra (a igreja Negra) só abria depois das 12, cobrava ingresso e não tinha grande encanto por dentro. Igreja negra, porque teve um incêndio e ficou negra. (cerca de 1700) foi recuperada, mas os comunistas pintaram toda de branco por dentro. Hoje tem muitos tapetes pelas paredes e sacadas.
O comercio abriu e quase comprei um paletó novo. Depois de quatro invernos, achei que merecia. Os preços eram bons, mas nada me convenceu.
Depois de comer e beber muito bem, resolvi postar algo, lavar roupa, arrumar mala e pesquisar um pouco do próximo destino.
Se alguém quiser conhecer a Romênia, minha dica é começar por Brasov. A não ser que seja curioso e um antropólogo mal resolvido que queira viajar mais de 16 horas em um trem para poder observar a realidade. Eu gostei, mas sei que nem todo mundo tem essa preferência.
Primeiro agradecer pelas mensagens, pelas 15.000 visualisações no blog, muitos e mails.\, é bom ter companhia nesse momento que a gente está só, distante e integrado em um mundo maior.
Ontem à noite fui no restaurante que todos tinham falado. Pedi o prato típico mais falado..... Veio uma porção de charuto de repolho....
Tudo bem, tinham uns torresminhos deliciosos na entrada, com pedaços de cebola crua. Tinha uma pimenta inteira (dedo de moça em leve conserva) e duas pelotas de polenta.
Ao sair, uma lua cheia que aumentava o ar de mistério por detraí de tantas mansões com torres e espaços para nosso imaginário.
Sai cedo, caminhei por muitas horas e fui a todos os pontos indicados para os turistas verem na cidade.
Hoje acordei muito cedo. Sai para caminhar e ver essa cidade. Adoro percorrer quase todas as ruas de uma cidade, pelo menos a medieval, pois a moderna não me importa muito, já que são parecidas em qualquer lugar.
Uma cidade medieval, candidata à capital cultural da Europa. Parada no tempo, portanto mais resistente aos modismos.
As sinagogas e museus estavam todos fechados e só abrem depois das festas. As igrejas ortodoxas lotadas de gente, muita fé e eu não tinha coragem de fotografas. Observe-se que aqui as igrejas ortodoxas são cercadas de cemitérios.
A igreja católica, em uma tinha um telão de projeção que escondia o altar e na outra (a igreja Negra) só abria depois das 12, cobrava ingresso e não tinha grande encanto por dentro. Igreja negra, porque teve um incêndio e ficou negra. (cerca de 1700) foi recuperada, mas os comunistas pintaram toda de branco por dentro. Hoje tem muitos tapetes pelas paredes e sacadas.
O comercio abriu e quase comprei um paletó novo. Depois de quatro invernos, achei que merecia. Os preços eram bons, mas nada me convenceu.
Depois de comer e beber muito bem, resolvi postar algo, lavar roupa, arrumar mala e pesquisar um pouco do próximo destino.
Se alguém quiser conhecer a Romênia, minha dica é começar por Brasov. A não ser que seja curioso e um antropólogo mal resolvido que queira viajar mais de 16 horas em um trem para poder observar a realidade. Eu gostei, mas sei que nem todo mundo tem essa preferência.





se o conde mandava impalar de onde vem a historia dos dentinhos no pescoco?
ResponderExcluirEssa história é do Bram Stoker, quando escreveu o livro, pesquisou outras histórias e misturou tudo
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