domingo, 11 de setembro de 2011

Sossusvlei



Hoje despertamos às 5 de La madruga, pegamos a estrada e fomos para Sossuviel. São 50 km de estrada cercado por dunas dos dois lados. São impressionantes. Quando se chega no parque, é um areião indescritível, haja 4X4. Haja pernas para subir nas dunas, haja couro para suportar o sol, haja emoção para suportar. Ainda bem que com a claridade enorme e a umidade inexistente, é comum escorrer lágrimas. Ainda bem que escorrem, não é que estou chorando, mas ainda bem que escorrem.

À tarde fomos ver um cannion impressionantes, pois suas paredes são de barro e pedrinhas de rio. Foi tudo sedmentado e agora a cada temporada de chuva o lugar se modifica.

Fiz outra madrugada, e fui voar de Balão. É muito bom, mais paz e mais amplidão. Comecei a ter melhor noção das dunas.

Na volta fomos recebidos com um café servido no meio de um campo.

Fui para o hotel e peguei um avião mono motor. Eu, minha duas velhas amigas inglesas, com quem bato longos papos e tomo chá da tarde.

Havia um Frances grande, metido e mal humorado que estava no vôo também.

Voamos quase duas horas sobre o deserto. Chegamos no litoral e sobrevoamos a costa para o norte. Chegamos em um aeroportinho, no meio do nada para abastecer e deixar o Frances.

Quebrou um dos equipamentos do avião e vamos ter que esperar um pouco. Com essa história toda o tempo fechou e perdemos tempo. Tivemos mais duas horas de viagem, sobre as nuvens, desviando de tempestade na costa, até que chegamos em Damaralang.

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