Meninos eu vi.
É verdade, a energia das explosões solares entram na terra pelos polos. É uma emoção inexplicável.improvavel, impalpável, impecável, insolúvel, indissolúvel e todos os demais ins que quiser.
Muito frio e eu jantando, de sapatenis, meia simples, malha fina. Deu uma intuição, passei no quarto, peguei um casaco e a câmara.
O convés do navio, com vento forte e abaixo de 20 negativos e um cretino achando interessante o que parecia uma neblina no alto.
Resolvi testar a câmara, fui aumentando a abertura, aumentando a exposição, até que num dado momento consegui disparar um foto. Que surpresa, na foto fica mais visível. Consegui fotos com quase todas as cores da luz. A mão congelava, eu me apoiava nos tambores gelados, o frio cortava e eu não conseguia parar de disparar fotos, ficar segurando firme, por mais de 30 segundos, sem tremer e sem respirar.
As estrelas que aparecem nas fotos como um risco, mostram que o barco estava em movimento e o mar balançava muito.
Agora vou ter que investir e comprar outro tripé. Esse negócio usa muito espaço na bagagem, mas agora estou na reta quase final. Vou passa algumas noites em um iglu no norte da Finlândia. Acho que o tripé vai fazer falta.
Difícil foi zerar a adrenalina. Uma euforia, uma gratidão com a vida, com o universo e um sentimento de paz, harmonia e ternura com as possibilidades.
Depois de dormir pesado, acordei tarde. Fui ver meu dia e descobri que o horário da minha passagem não permitia que eu fosse ao Safari no Ártico. Triste esse sentimento de interromper um movimento. Sacar que acabou o meu tempo no Hurtgruden (cia do navio).
Respira fundo enquanto olha pela janela do aeroporto. Hoje eu volto para Bergen , amanhã termina minha passagem pela Noruega. Um belíssimo pais, não é em vão que dizem que essa é uma das viagens mais lindas do mundo.
É verdade, a energia das explosões solares entram na terra pelos polos. É uma emoção inexplicável.improvavel, impalpável, impecável, insolúvel, indissolúvel e todos os demais ins que quiser.
Muito frio e eu jantando, de sapatenis, meia simples, malha fina. Deu uma intuição, passei no quarto, peguei um casaco e a câmara.
O convés do navio, com vento forte e abaixo de 20 negativos e um cretino achando interessante o que parecia uma neblina no alto.
Resolvi testar a câmara, fui aumentando a abertura, aumentando a exposição, até que num dado momento consegui disparar um foto. Que surpresa, na foto fica mais visível. Consegui fotos com quase todas as cores da luz. A mão congelava, eu me apoiava nos tambores gelados, o frio cortava e eu não conseguia parar de disparar fotos, ficar segurando firme, por mais de 30 segundos, sem tremer e sem respirar.
Agora vou ter que investir e comprar outro tripé. Esse negócio usa muito espaço na bagagem, mas agora estou na reta quase final. Vou passa algumas noites em um iglu no norte da Finlândia. Acho que o tripé vai fazer falta.
Difícil foi zerar a adrenalina. Uma euforia, uma gratidão com a vida, com o universo e um sentimento de paz, harmonia e ternura com as possibilidades.
Depois de dormir pesado, acordei tarde. Fui ver meu dia e descobri que o horário da minha passagem não permitia que eu fosse ao Safari no Ártico. Triste esse sentimento de interromper um movimento. Sacar que acabou o meu tempo no Hurtgruden (cia do navio).
Respira fundo enquanto olha pela janela do aeroporto. Hoje eu volto para Bergen , amanhã termina minha passagem pela Noruega. Um belíssimo pais, não é em vão que dizem que essa é uma das viagens mais lindas do mundo.
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Wow.....show Marcelo...fotos fantásticas...já anotei seu blog no planejamento para minha aula sobre o campo magnético da Terra...fiquei feliz por vc!!!!
ResponderExcluirM A R A V I L H A ! ! !
ResponderExcluirNão sei o que comentar...
Parabéns pela coragem, você merece a recompensa.
Seu amigo invejoso
Poxa Marcelão!!!!!! Sensacionais as fotos, estamos aqui curtindo com você esta linda viagem.
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