sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Oslo

Não sei bem o que queira, meu amigo Gilberto Gil, quando disse que precisava Oslodunizar. Se queria levar Oslo para o Olodum, ou se queria ensinar Olodum para os Noruegueses. Acho que nem um nem outro. Deixe quieto, que assim, como diria Caê, está lindo. Oslodunizar é só poesia, e é.
A viagem de navio foi gostosa, balançou um tanto, mas afinal atravessar esse território Viking, é coisa para macho. 
Chegamos a -7graus. Claro que a polícia resolveu me escolher. abriu minha mala, bagunçou tudo, queria entender onde eu ia, enfim, já estou expert em responder interrogatórios. Só queria saber o que eu tenho para ser escolhido entre tantos que estavam saindo do navio.
Cuidado com a segurança, quem vai subir ou descer essa escada? 

Pegaram uma estatueta de madeira, tentaram desmontar, passavam no Raio X, Elogiavam a arrumação da minha mala, queriam saber quanto tempo demorei para planejar minha viagem. Olharam meu programa, enfim, acho que vou vender planejamento de fiagem para policiais.
O dia amanheceu, ou melhor clareou às 9:30 e começou a escurecer às 16 horas.
Com isso só deu para uma boa caminhada para atravessar a cidade, e ir comer no porto. Uma maravilha de espaguetti negro com frutos do mar. AH!!!!!! como é gostoso o peixe de água fria.

Mas as pessoas gotam tanto de frio que costumam ficar como uma pedra







Troquei de jaqueta, agora já faz sentido usar a que eu comprei para usar na sibéria. Como aquece.

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