terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dinamarca.

Que me desculpe Hamlet, mas não deve existir muita coisa de podre no reino da Dinamarca. é uma terra interessante.
Todas as loiras lindas do mundo andam por essas calçadas em suas bicicletas. Parece que as fadinhas e princesas dos contos de Andersem sairam dos livros, colocaram agasalhos escuros e lenços coloridos.
Está certo que acordar cedo, com dor na lombar e enfrentar as longas caminhadas por esses lindos aeroportos não é muito agradável.
Abandonar a ensolarada Buxelas, isso mesmo, para mim, Bruxelas é como Londres, sempre ensolarada. Efrentar uma Copenhagen com uma neglina que a gente não vê a ponta das torres das igrejas, é meio traumático, mas aproveito para fazer coisas mundanas: lavar roupa, fazer supermercado, arrumar mala, etc.
O pior é que descobri que só coloquei a parte de cima da segunda pele, lá fui eu tentar comprar e explicar em dinamarques o que é ceroula. Até que foi fácil, mas difícil foi encontrar. Nada que uma loja de departamentos não resolva.
Me dei um almoço em uma cantina italiana, rendeu um bom papo com o italiano. Agora é esperar anoitecer, amanhecer para ir ver os castelos, se é que a neblina vai deixar.

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