O dia amanhece frio, nevando e encoberto. Mesmo assim é dia de cair na rua. Pegar um City tour e ter noção melhor do que é a cidade. A primeira impressão é que estava andando por todos os lugares que andei ontem, a pé. De fato, Oslo é a menor capital da Europa. Tem cerca de 600 mil habitantes.
Foi ficando interessante quando saimos da cidade central e fomos por um bairro com belas contruções. Essas casas de inverno de dar inveja. até que chegamos em um parque:
Gostoso de caminhar, com crianças brincando em trenós. até que a gente começa a descobrir uma infinidade de esculturas e penso estar vendo o kama-sutra do sec XXI.
Mas não, são esculturas de um parque do começo do século passado. Lindo e surpreendente:
É constituído por 212 esculturas em bronze e granito da autoria do escultor norueguês Gustav Vigeland (1869-1943). As esculturas materializam inerências da existência humana, como o trabalho, a ira, a maternidade, o sexo, a fraternidade e etc. Na entrada principal do parque existem quatro grandes portões, que dão acesso a uma ponte, um obelisco, uma fonte e uma área recreativa para crianças. Na saída principal existe a escultura de quatro velhos levantando uma criança, que segundo Vigeland, é um símbolo de eternidade.
Depois foi legal conhecer uma pista oficial de concurso de esqui.
Ainda antes de comer conegui entrar no museu Viking.
Interessante ver uma civilização onde tudo era com madeira. Nada em barro ou pedra.
Só madeira e ferro. Os barcos que estão expostos são verdadeiros, mas que foram usados em enterros. Sim, eles enterravam pessoas importantes dentro de seus melhores barcos. Enterravam o barco inteiro.
Além de tudo foi legal ver os trenós todos trabalhados.
Após comer algo, resou caminhar muito por essa cidade: Vibrante, movimentada, cosmopolita, louca e campestre, calma e simples…
Oslo é uma cidade contraditória que combina os valores escandinavos de natureza, aos ar livre e ao mesmo tempo agitada, consumista, etc.

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