quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Copenhagen - Hans Chistian Andersen

É impossível andar por essas ruas, com esse frio doído, ou melhor doidinho, porque a gente está agasalhado e não ficar imaginando a pequena vendedora de fósforos. Pois é quem ainda não leu esse conto de Andersen precisa ler para sentir um pouco do que essa cidade faz com a gente. (acabo de reler e chorar muito) 
http://contosdocovil.wordpress.com/2008/06/09/a-pequena-vendedora-de-fosforos/

Precisamos reler Andersen, pois o universo infantil, captado por ele no parque diversão Tivoli, que até hoje encanta a cada visitante

Hans Christian Andersen, é um mágico e todos nós aprendemos a viajar em suas fantasias. Ele, filho de família pobre, conseguiu vencer como escritor, assim seus contos como o patinho feio retratam sua superação na vida. Em cada esquina encontramos “uma caixinha de surpresas”,  “pequenos e grandes Cláudios”,  e lojas com muito bom gosto para “a nova roupa do Rei”.

A cidade guarda, de verdade, “os soldadinhos de chumbo” que não são de chumbo, mas trocam a guarda com pompa e música, além de manter em seus canais de mar a sua “pequena sereia”, ainda esperando pelo seu príncipe.

Fora essas viagens em contos que sempre me fizeram muito bem, a cidade não explora seus contos e cantos. É assim, meio sisuda, mas a gente percebe uma qualidade de vida incrível, tem mais bicicleta do que carro, lojas de brinquedo com príncipes e princesas na porta, barcos que não conseguem passar por baixo das pontes, e um monte de doces maluquices, que só um país feliz tem.



Não tem a vida mais longa dos países nórdicos, mas tem a expressão. – “vivo enquanto posso”.

Um comentário:

  1. Você descreve tão bem, tudo que vê Marcelo, que parece que a gente esta aí com você. Um abraço e toma uma gelada por mim

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