Hoje é dia 27 de dezembro de 2009. Domingo. Ainda estamos em madri. Depois da chuva, o frio. Muito frio na sombra, Agradável ao sol, Quente em lugares fechados. Vamos chegar pasteurizados. Paulo está treinando humildade, está até gostando do presunto e do azeite nacional.
Caminhamos um dia pela Madri Antiga. Se bem que apesar de ter surgido como povoado no Sec IX, Al-Majrit (fonte de água em árabe), só foi conquistada em 1085 or Afonso VI de Castela. em final do sec XIV madir foi destruida por incêndio. Somente em 1561 que se tornou sede de governo e começou a crescer.
Achamos que iria ser tranquilo caminhar pelo centro da cidade no dia de Natal, como já fizemos em outras capitais, mas aqui não. As pessoas estão na rua, encapotadas mas caminhando.
A plaza Mayor se tornou uma feira, construiram barraquinhas, mas ñada impede de perceber a beleza das construções.
Ontem comos conhecer a Madri moderna. Prédios imponentes, mas apenas uma bela metropole moderna.
Agora estamos descansando um pouco, para depois do almoço começarmos a maratona de museus.
Estamos exaustos. Fomos visitar o Museu Reina Sofia. Veja só a que ponto chegamos, enfrentamos filas enormes para entrar no Museu É enoooooooorrrrrme.
Se o o Museu do Prado é o maior acervo do mundo, agora o Reina Sofia é o maior em tamanho. Espaços enormes. É um museu mais contemporâneo. Com muitos trabalhos de Miró, Dali e Picasso que cai pelo ladrão (até o Guernica).
É sempre muito emocionate a quantidade de pessoas, todas em silêncio, bebendo impressões e descobrindo. A arquitetura é incrível, Não só o
que fizeram internamente no Palácio, junto com uma construção completamente moderna. Tudo em harmonia.
Tudo em harmonia menos nossos pés e lombares.
Amanhã partimos Vamos cedo para Córdoba e chegamos para dormir em Sevilha.
Madri vai ficar na saudade e, de fato precisava de muito mais tempo. Paulo vai embora sem conhecer o Museo do Prado. É uma pena, mas vistamos dois grandes museus, 7 exposições, vários pontos da cidade e duas produções teatrais.
Vale contar a sorte. Ontem fomos assistir o Drácula, na bilheteria pedimos para conhecer o teatro e não permitiram. Fomos tomar ceveja e ao nosso lado conhecemos os dois tecnicos de cenografia da peça. Depois do espetáculo, eles nos levaram para conhecer todo o backstage. Impressionante a tecnologia.
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