Ontem, ainda em Anchorage, fomos fazer um safari e ver um monte de animais selvagens da região. Fiquei com a frustração de não ver urso, mas isso faz parte, afinal no inverno eles hibernam.
Tiveram compensações, afinal não devem ser muitos os brasileiros que atolaram o carro na neve e tivera que passar horas cavucando e empurrando uma van, com temperatura abaixo de -35 graus.
O melhor foi ser contemplado com o por do sol maravilhoso (acima) e um bom jantar de Crab com pimenta Jalapenha.
O voo para Fairbanks saiu 23 horas e chegou meia noite e quarenta. Conseguimos alugar um apartamento bastante amplo e confortável, com cozinha e tudo (boa economia) em um lugar afastado com pouca luz, para que seja possível ver a Aurora Boreal no quintal de casa.
O dia começou a amanhecer depois da 10:30 horas da manhã.
Depois de caminhar muito em um frio absurdo -43, conseguimos um posto para tomar um café. Já era mais de 11 horas e o sol mostrou a sua cara
Entramos em um centro cultural, no centro da cidade, com algumas coisas bastante interessantes sobre a vida e a história dessa região, além de explicação que existe um trajeto e direção para a Aurora Boreal e aqui é um dos lugares onde o trajeto passa (se quiser ver mais detalhes vejas em http://www.gi.alasca.edu/auroraForecast/Alaska
A cidade é muito pequena e vazia. Claro que algumas ironias do destino: a neve impede a entrada no museu do gelo. Tem certos lugares que aa perna afunda na neve até acima do joelho, enquanto que atravessar a rua é quase um exercício de patinação de tanto que as ruas escorregam.
Pude observar uma coisa que já tinha ouvido falar mas nunca tinha visto. Quando os carros estacionam, precisam ficar ligados na eletricidade, para que se consiga dar partida novamente.
Às 4 horas da tarde já começa a escurecer, ou seja, o dia tem 5 horas
Mas é uma cidade com recursos, sempre se encontra gelo para vender.... Aqui valem duas histórias:
A primeira é que com todo esse frio, eles sempre enchem os copos com gelo, fica tudo aguado.
O melhor foi que fomos comprar vinho, o vendedor disse que só podia vender vinho para maiores de 21 anos, portanto precisava ver nossos documentos. Como tínhamos esquecido os passaportes, o vendedor não vendeu nada para nós, porque a gente não conseguiu provar que tinha mais de 21 anos (desculpe a maldade, mas acho que é esse tipo de pessoa que elegeu esse tipo de presidente).
Meu colega apontava a minha cara e dizia: olha para a cara dele, ele tem mais de 60 anos, você não consegue ver que ele é maior de idade, nós não estamos de carro, acabamos de pedir para você chamar um taxi para nós, mas não teve jeito.
Tiveram compensações, afinal não devem ser muitos os brasileiros que atolaram o carro na neve e tivera que passar horas cavucando e empurrando uma van, com temperatura abaixo de -35 graus.
O melhor foi ser contemplado com o por do sol maravilhoso (acima) e um bom jantar de Crab com pimenta Jalapenha.
O voo para Fairbanks saiu 23 horas e chegou meia noite e quarenta. Conseguimos alugar um apartamento bastante amplo e confortável, com cozinha e tudo (boa economia) em um lugar afastado com pouca luz, para que seja possível ver a Aurora Boreal no quintal de casa.
O dia começou a amanhecer depois da 10:30 horas da manhã.
Depois de caminhar muito em um frio absurdo -43, conseguimos um posto para tomar um café. Já era mais de 11 horas e o sol mostrou a sua cara
Entramos em um centro cultural, no centro da cidade, com algumas coisas bastante interessantes sobre a vida e a história dessa região, além de explicação que existe um trajeto e direção para a Aurora Boreal e aqui é um dos lugares onde o trajeto passa (se quiser ver mais detalhes vejas em http://www.gi.alasca.edu/auroraForecast/Alaska
A cidade é muito pequena e vazia. Claro que algumas ironias do destino: a neve impede a entrada no museu do gelo. Tem certos lugares que aa perna afunda na neve até acima do joelho, enquanto que atravessar a rua é quase um exercício de patinação de tanto que as ruas escorregam.
Pude observar uma coisa que já tinha ouvido falar mas nunca tinha visto. Quando os carros estacionam, precisam ficar ligados na eletricidade, para que se consiga dar partida novamente.
Às 4 horas da tarde já começa a escurecer, ou seja, o dia tem 5 horas
Mas é uma cidade com recursos, sempre se encontra gelo para vender.... Aqui valem duas histórias:
A primeira é que com todo esse frio, eles sempre enchem os copos com gelo, fica tudo aguado.
O melhor foi que fomos comprar vinho, o vendedor disse que só podia vender vinho para maiores de 21 anos, portanto precisava ver nossos documentos. Como tínhamos esquecido os passaportes, o vendedor não vendeu nada para nós, porque a gente não conseguiu provar que tinha mais de 21 anos (desculpe a maldade, mas acho que é esse tipo de pessoa que elegeu esse tipo de presidente).
Meu colega apontava a minha cara e dizia: olha para a cara dele, ele tem mais de 60 anos, você não consegue ver que ele é maior de idade, nós não estamos de carro, acabamos de pedir para você chamar um taxi para nós, mas não teve jeito.








precisar de documentos para provar idade....um luxo, um burocratismo incrível!
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