quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

New York com chuva.

Com uma meteorologia precisa, a gente sabia que hoje iria chover o dia todo, por isso preferimos andar nos dias de não chuva e reservamos hoje para ir aos museus. 
Perdoem-me os americanos, mas eu tinha um certo preconceito, não, uma certa cautela com um museu que é tão moderno e tão longe dos grandes artistas. 
Apresar da chuva e de uma fila enorme, eu entrei no Metropolitan. Primeiro a impressão horrível de fazer fila na chuva. depois entrar e conseguir até que facilmente comprar ingressos, audio-guia e guardar mochila. 
Os institutos de pesquisa apontam que 63,7% da população brasileira está em NY (se você não está aqui, você faz parte da minoria). Metade no museu Metropolitan e a outra metade na fila do museu de história natural. 68,5% dos latinos, 43,9 % dos europeus e a insignificante porcentagem de 31,3% dos asiáticos. Em conclusão, 51,3% da população mundial deve estar aqui hoje. O pior é que dá para ver tudo. Todos nem NY e em dia de chuva vão para o museu.
Brincadeiras à parte, eu tenho que me curvar. Um acervo magnífico, muito bem apresentado. Claro que muito diferente dos museus europeus com suas telas magníficas. Aqui é outra história. Assustador ver coisas tão importantes do mundo inteiro, expostas aqui. Mas isso é outra discussão. Estão bem expostos, bem conservados e muito vistos.
Tiro meu chapéu. É impressionante.






Depois de muitas horas no Metropolitan, encaramos a chuva, atravessamos o central park para chegar ao Museu de História Natural.
A fila tinha mais que 3 quarteirões. É muita chuva para muita gente.
o negócio é tentar comer o sanduba que me indicaram. Outra fila enorme de quase dois quarteirões.
Longe de casa e com notícia da manifestação contra o Trump no caminho.
O negócio foi beber. dar um tempo e curtir.

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