terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Trogir e Split - Mar Adriático - Croácia

Hoje pela manhã resolvi ir conhecer Trogir antes de andar pela cidade. Foi uma grande surpresa, ou melhor uma viagem no tempo, Trogir foi fundada por gregos 300 anos antes de Cristo e tornou-se um grande porto para os romanos (aliás se vê muitos sinais de construções romanas ao longo da estrada. 
A igreja de Trogir foi estabelecida no século XI. Por volta de 1111 construíram a catedral. Uma loucura ver os detalhes das esculturas e dos trabalhos. Os anjos estão sempre passando por portas e um deles está com preguiça de ver a coroação de Maria. No altar onde tem o Cristo, existe mármore preto e muitas caveiras adornando. Uma piração.



Pertenceu por muito tempo aos Venezianos mas quando passou para o império de Habsburgo, para os franceses e após a 1 grande guerra pertenceu ao reino dos Servios. Na segunda guerra foi ocupada pela Itália e depois virou Ioguslávia.
Ou seja só é Croata desde 1991.
Trogir possui 2.300 anos de tradição urbana contínua. A gente anda no tempo e fica impressionado de ver como as pedras ainda estão claras, sem musgo ou sinais de envelhecimento.  A cidade reúne palácios, igrejas, torres, fortalezas, todos numa pequena ilha, desde 1997 é Patrimônio da Humanidade da UNESCO. Vale a pena ver uma cidade que permaneceu viva, com várias intervenções de várias épocas, mas é possível imaginar essa cidade antes de Cristo.
Depois de um tempo de estrada cheguei em Split. Fui direto para o Palácio Deocleciano.
Primeiro se tem uma aula sobre o palácio, para entender o que vamos ver. Claro que ao longo do tempo foram fazendo construções coladas às muralhas, e tudo permaneceu vivo. Ainda hoje há muita gente morando em construções internas.
Palácio de Diocleciano  foi a residência imperial fortificada construída pelo imperador que morou aqui até sec III.  É um dos edifícios mais bem conservados da antigüidade. 
O imperador Diocleciano viveu neste palácio o essencial dos últimos anos da sua vida e, quando faleceu, o seu corpo foi depositado num sarcófago colocado no mausoléu que ali tinha mandado construir.
Valeu o cansaço e a dor nas costas, principalmente porque já tarde tive o melhor almoço dessa viagem. 

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