Depois de levantar às 6 horas da manhã, daqui, porque se fosse no Brasil seria às 3 da manhã. Sair pelas ruas escuras de Paris, pegar metro lotado e me perder entre canteiros de obras, caminhando muito sem que ninguém soubesse me informar onde era o local onde paravam os flixbus. Consegui chegar.
Não estranhem, é que descobri que na Europa o o ônibus é muito mais barato que os trens. Confortáveis e podemos observar com mais calma o interior. Será uma viagem de 6 horas, mas três delas em uma névoa muito forte que não permitiu ver nada.
Quando abre o sol, vou me encantando com cada cidade que passo. Dá vontade de descer e caminhar em cada uma delas. Mas... como direi agora?
Ontem alguns amigos disseram que eu não podia dizer "Meta", porque era coisa de trabalho.
Preciso tomar cuidado, como seria correto dizer, Alvo? Plano? Sonho? Desejo? Impulso? Aspiração? Vontade? .... estou perdido Como expressar quando a gente quer e se propõe a fazer algo?
Fiquei mais confuso ainda, porque fizeram uma oposição entre meta e relaxamento. Como se para relaxar não houvesse antes a tensão, tesão, desejo, vontade, esforço e gozo. Sou adepto do relaxa e goza.
Me peguei cantando uma música que tanto gosto. Vou pedir a ajuda do Gil.
Metáfora
Gilberto Gil
Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz: "Lata"
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo
Mas quando o poeta diz: "Meta"
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso, não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudonada cabe
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
Agora, sem metáforas, fui roubado, no ônibus, enquanto dormia levaram a meu cachecol. Justo um antigo e que eu gostava tanto, mas o difícil é ver que essas coisas acontecem, ou todos dormiam ou silenciaram. ... paciência.
Ainda bem que estou escrevendo em português e posso dizer que agora eu não posso "proteger meu pescoço", se fosse em francês "protège mon cou" daria motivo para mal entendido e maldades.
Por fim cheguei: caminhei bastante para ir até a locadora de carros por um bairro bastante antigo
Por fim, me dei um jantar gostoso, mas no final, a minha carteira sumiu com todos os documentos, cartões e dinheiro.
Paguei a conta do restaurante e vim para o hotel. e a carteira sumiu.
Liguei para o Brasil, e nenhum telefone do Itau completava a ligação.
Falei com o Francisco, ele ligou no banco e cancelou os cartões. Conseguiu um número para o qual eu liguei e pedi cópia dos cartões emergencialmente.
Vamos torcer para que chegam nas 72 horas prometidas.
Não estranhem, é que descobri que na Europa o o ônibus é muito mais barato que os trens. Confortáveis e podemos observar com mais calma o interior. Será uma viagem de 6 horas, mas três delas em uma névoa muito forte que não permitiu ver nada.
Quando abre o sol, vou me encantando com cada cidade que passo. Dá vontade de descer e caminhar em cada uma delas. Mas... como direi agora?
Ontem alguns amigos disseram que eu não podia dizer "Meta", porque era coisa de trabalho.
Preciso tomar cuidado, como seria correto dizer, Alvo? Plano? Sonho? Desejo? Impulso? Aspiração? Vontade? .... estou perdido Como expressar quando a gente quer e se propõe a fazer algo?
Fiquei mais confuso ainda, porque fizeram uma oposição entre meta e relaxamento. Como se para relaxar não houvesse antes a tensão, tesão, desejo, vontade, esforço e gozo. Sou adepto do relaxa e goza.
Me peguei cantando uma música que tanto gosto. Vou pedir a ajuda do Gil.
Metáfora
Gilberto Gil
Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz: "Lata"
Pode estar querendo dizer o incontível
Uma meta existe para ser um alvo
Mas quando o poeta diz: "Meta"
Pode estar querendo dizer o inatingível
Por isso, não se meta a exigir do poeta
Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudonada cabe
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível
Deixe a meta do poeta, não discuta
Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora
Agora, sem metáforas, fui roubado, no ônibus, enquanto dormia levaram a meu cachecol. Justo um antigo e que eu gostava tanto, mas o difícil é ver que essas coisas acontecem, ou todos dormiam ou silenciaram. ... paciência.
Ainda bem que estou escrevendo em português e posso dizer que agora eu não posso "proteger meu pescoço", se fosse em francês "protège mon cou" daria motivo para mal entendido e maldades.
Por fim cheguei: caminhei bastante para ir até a locadora de carros por um bairro bastante antigo
Por fim cheguei ao centro da cidade no final do dia. Uma cidade muito encantadora e surpreendente:
Paguei a conta do restaurante e vim para o hotel. e a carteira sumiu.
Liguei para o Brasil, e nenhum telefone do Itau completava a ligação.
Falei com o Francisco, ele ligou no banco e cancelou os cartões. Conseguiu um número para o qual eu liguei e pedi cópia dos cartões emergencialmente.
Vamos torcer para que chegam nas 72 horas prometidas.
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