terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fim de dia



Põe tranqüilidade nesse dia.
Foi possível caminhar pela praia da região hoteleira.
Por mais hotéis que tenham, tinha poucas pessoas na praia. Nem as barracas que alugam equipamentos estavam abertas.

Imaginem o tanto de tempo que eu e as minhas companheiras gaivotas tivemos para treinar fotografia.

Depois de uma espera que não deu em nada, foi muito bom ter um tempo para ficar consigo mesmo.

Ainda estou sem entender o impacto da chuva nos turistas. Os nativos tem uma dificuldade de lidar com as chuvas e tinham as notícias. Será que eles conseguiram amedrontar todo mundo? Será que eu não estava sabendo de nada?

A notícia correu logo, às três horas todos já sabiam que o furacão tinha sido empurrado para o norte. De fato o sol não saiu, mas pode-se fazer muita coisa com o tempo nublado.

Nessa praia que devia estar lotada de turistas, barcos, praticantes de todas as modernidades praianas, estava sossegada. Consegui ver essa paz no mar do Caribe. Sorte de Nababo liberto, conseguir comer camarões e calamares empanados, experimentando os dinks caribenhos e mergulhado em um mar de tranqüilidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário