terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Milão

Este ano a cidade estava muito cheia. Como já conhecia a cidade, a minha coragem para enfrentar filas ficou bem menor.
Cheguei tarde e com chuva. A estação de ônibus era longe e meu celular estava sem bateria. Tentei chamar um Uber, mas o meu cartão está cancelado (foi roubado) o cartão emergencial não pode ser usado na internet. Não havia taxis.
Andei um tanto, na chuva até que cheguei no hotel a tempo de deixar a mala e sair para assistir a missa na  A Basílica de Santo Ambrosio fica longe do centro e com chuva o metro estava bastante cheio. Mas consegui ir.
Valeu a pena, Uma igreja linda e um bom pedaço de história:
Santo Ambrósio foi o responsável pela conversão de Santo Agostinho , que era um advogado/ orador muito bem sucedido do imperador romano , que fora mandado a Milão, justamente para bater de frente com Ambrósio. Porém, depois de muitos encontros e desencontros Agostinho ficou encantado como bispo de Milão (Ambrósio) e com mais de 30 anos se batizou e depois de um tempo se ordenou padre e foi eleito bispo





Foi bispo de Alexandria no Egito e Foi designado para ir ao que hoje é o Reino Unido

Fora isso, foi ver a beleza da cidade e não conseguir entrar em nada, já que na volta das férias vou passar aqui de novo e espero que com menos gente

Assis

Assis é sempre uma história à parte. É um lugar mágico, energético, sei lá!!!
Um amigo, judeu, havia me falado que nunca havia se sentido tão impressionado como em sua ida a Assis. Por ser uma pessoa em quem acredito com muito carinho, achei que devia incluir Assis em minha viagem, há três anos. Naquela época, peguei um desses ônibus de passeio que saem de Roma e levam turistas em um dia.
Fiquei impressionado com o lugar, mas quantidade de turistas é sempre algo que me irrita. Jurei que voltaria a Assis e passaria noite, para poder andar com calma, depois que os ônibus fossem embora.
Consegui, mais anida, acompanhado e um Padre, amigo que conhece muito essas histórias.
Não tem mais o que falar. Assis é assim:
















Siena

Siena, é outra cidade grande na mesma região da Toscana. É difícil explicar, mas são duas cidades muito diferentes, enquanto Florença respira arte e ciência, Siena aparenta ser mais poderosa e até rústica.

Muitas subidas e descidas, no centro tem uma Piazza del Campo, onde existem disputas entre os bairro, uma festa com montarias.

O Duomo é muito bonito, parece bastante com a de Florença, dizem que havia muita disputa entre as duas famílias que dominavam as cidades.

Visitamos o monastério de Santa Catarina










domingo, 31 de dezembro de 2017

Turim

Vim de ônibus de Nice até Turim. Uma viagem deliciosa, passando por Mônaco e todos aqueles lugares maravilhosos do mediterrâneo. O ônibus passando sobre Viadutos e ribanceiras. Um mar maravilhoso, mesmo com chuva.

A chegada em Turim foi diferente.

Caminhei mais de uma hora,  que caminho estranho, arrastando a mala (que ja desintegrou). Não sabia o que acontecia, não tinha metro, onibus, uber ou taxi. Comercio todo fechado. Pouquissima gente na rua. Nos sites do google não tinha nenhuma informação sobre transportes. Fui caminhando por quase 6 km. empurrando mala, mochila nas costas e a estranha sensação de cidade abandonada.





Um pouco antes de chegar ao hotel, um amigo me informou sobre o dia de Santo Estevão, o primeiro mártir cristão.
Ao chegar no hotel a recepcionista falou que tinha havido um alerta de atentado no metro, por isso as pessoas estavam mais recolhidas.
No começo da noite a vida já estava normalizada.
No dia seguinte, a chuva não atrapalhou o passeio, mesmo sem saber, encontrei a catedral que guarda o Santo Sudário,


Nice

Cheguei a Nice ainda pela manhã. Uma viagem em meio à forte névoa que não me permitiu conhecer as paisagens da região de Provance. Nice é uma cidade que aparenta muito charme e toda sofisticação da Cote D'Azur. Foi um dia mais tranquilo, o dia 25 de dezembro é sempre um dia preguiçoso, um sol quentinho e um vento frio. As pessoas, muitas delas caminham pelo caçado da praia, vestindo agasalhos pesados e segurando seus cachorrinhos pequenos e cheios de frescura. Muitas cadeiras viradas para o mar, sempre chios de pessoas observando o mar e praia que é só de pedrinhas.








terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Marseille

Marcelo em Marseille, não poderia ser normal.
Cheguei e ne apavorei porque o trânsito muito intenso e a inexistência de possibilidade de estacionar me fez entrar no estacionamento de um shopping. Sair caminhando até o hotel. Muito assustador, milhares de pessoas, barracas de todo tipo de produtos, cambistas oferecendo todo tipo de produto. Assustador e confuso, não existem números nas portas. Depois de mais de duas horas, encontrei a porta que corresponderia ao número indicado, mas ninguém atendeu. Decidi procurar outro hotel.
Encontrei hotel, depois de alojado, começou a doer meu pé. Uma dor muito forte, como estivesse quebrado, mas não havia acontecido nada. Passei a noite com muita dor, pela manhã consegui ir até o carro e tomar os remédios que havia deixado lá.
Consegui ver pouco, mas valeu a pena: